2011-05-21

Maio em flor


talvez seja o maduro Maio a fazer o seu efeito na cidade, em flor no que lhe resta de natureza

certo é que vai adiantado e granizado este Maio e o admirável AZ-blog ainda não cumpriu este seu dever

é, pois, modestamente, que o Ditos oferece um cheirinho (quem dera, o cheiro das tílias a subir em redor até à raiz dos sonhos) ou singela migalha para sinal, recibo de reserva e princípio de cumprimento da tácita mas honrosa promessa alheia: aqui vai jacarandá!
































































recomenda-se o devido cuidado com as alergias e o maior desfrute visual e aromático do que Lisboa sabe tão Bem oferecer ;_)))



ps1 - a imagem das tílias deve-se a ditosa, atenta e solidária gentileza de AMS!
ps2 - as de jacarandás, de Lisboa, powered by Blackberry, como que a pedir desculpa de tão bera qualidade fotográfica, mas cheirinho é cheirinho, o contrato (blogo-social?) continua a ser imputável ao ditoso AZ-blog!!
ps3 - mas o AZ-blog está em dia em todas as demais rubricas: poesia de A a Z, de excelente escolha; análises cuidadas de temas relevantes para (o sentido d)as nossas vidas; e as indispensáveis "Sugestôes"!!!




observações são bem vindas ;-)))

3 comentários:

Joana disse...

Acho que Lisboa fica linda nesta altura e tudo por culpa dos Jacarandás. :)

Beijinhos

Anónimo disse...

Por culpa, Joana?

Anónimo disse...

Olá, António! Como suponho ter já uma vez dito, a enunciação regular da chegada da época dos jacarandás, das olaias, das corízeas e de outras lindas árvores que Lisboa tem é algo que não me atrai. Uma vez, sentida, creio ser suficiente.
Contudo, se repisar assuntos é algo que só inconscientemente farei, admito que é um gosto ver os citadinos ficarem deslumbrados ao pisar as flores caídas dos enormes jacarandás que vão atapetando um número já considerável de ruas da cidade. Olhar ao mesmo tempo para cima para a copa que tinge o céu com uma cor muito especial é um verdadeiro prazer. Lisboa, a dos muitos "campos", desde o de Ourique ao de Lide, passando pelo Grande, pelo Pequeno e por aquele que entre os dois fica, mostra a sua natureza, lembra-nos que ao lado e por baixo dos edifícios existe algo de natural a pulsar, que de tempos a tempos irrompe para nos surpreender e dar cor à rotina da cidade.