
em terras de Ocidente, Al-Gharb de outros tempos, restam ainda resplandescentes paraísos, habitados à uma por empedernidos viajantes e esvoaçantes residentes
as amigas ditosas de Setembro sabem mais de equinócios que muitos laboratórios mateorológicos e aproveitam o sol e a refrescante brisa do mar
de peito feito, percorrem pelo ar as correntes quentes que sobrevoam as linhas que cosem a terra ao mar
nas pedras extremas, os homens prolongam o fio que liga a espuma ao horizonte, reto ao paraíso, a pretexto de umas horas meditabundas a remexer a origem e o fim da vida, sempre ténue, sempre revolucionária, sempre esplêndida !
se as gaivotas são as mesmas da canção da liberdade, como elas somos livres... de sonhar !!!
observacoes sao bem vindas
1 comentário:
Caríssimo António, das terras longinquas da beira introduzo o meu egrégio progenitor às maravilhas da cibernética quasi-estival. Com sorte poderá aderir à moda dos blogues. Abraço grande Tiago e Júlio
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