2006-09-25

Setembral au paradis





em terras de Ocidente, Al-Gharb de outros tempos, restam ainda resplandescentes paraísos, habitados à uma por empedernidos viajantes e esvoaçantes residentes

as amigas ditosas de Setembro sabem mais de equinócios que muitos laboratórios mateorológicos e aproveitam o sol e a refrescante brisa do mar

de peito feito, percorrem pelo ar as correntes quentes que sobrevoam as linhas que cosem a terra ao mar

nas pedras extremas, os homens prolongam o fio que liga a espuma ao horizonte, reto ao paraíso, a pretexto de umas horas meditabundas a remexer a origem e o fim da vida, sempre ténue, sempre revolucionária, sempre esplêndida !

se as gaivotas são as mesmas da canção da liberdade, como elas somos livres... de sonhar !!!



observacoes sao bem vindas

1 comentário:

Tiago disse...

Caríssimo António, das terras longinquas da beira introduzo o meu egrégio progenitor às maravilhas da cibernética quasi-estival. Com sorte poderá aderir à moda dos blogues. Abraço grande Tiago e Júlio