2013-04-21
Elegia para uma Ditosa
Estamos no mês de Abril, mês do aniversário de Sebastião da Gama.
Sabe o que se tem feito para lembrar este poeta que foi um marco importante da poesia portuguesa em meados do século XX? Que há um livro de memórias da mulher, Joana Luísa? Que houve o descerramento de uma lápide na casa em que nasceu? Que o livro "Pelo sonho é que vamos" faz 60 anos? Que há uma exposição em Azeitão a propósito deste livro?
Que a obra do poeta foi evocada em Azeitão no fim de semana passado?
Que se falou de Sebastião da Gama a propósito das telas de João Vaz?
Que há um selo comemorativo dos 60 anos de "Pelo sonho é que vamos"?
Que...?
Créditos: texto - comunicação de João Reis Ribeiro, Presidente da Associação Cultural Sebastião da Gama
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2013-04-03
Abril, sempre ditosa
bem sabe para onde vai esta ditosa!
mas... para onde vai esta ditosa?
observações são bem vindas obrigado ;_)))
Abril, sempre
jametinhadito Óscar Lopes!
O autor de mais de duas dezenas de obras sobre a literatura, língua e cultura portuguesas faleceu sexta-feira de manhã, na sua residência, no Porto.
O presidente da secção de Letras da Academia de Ciências de Lisboa, Artur Anselmo, afirmou que, com a morte de Óscar Lopes, "Portugal perdeu uma das suas inteligências mais fulgurantes da transição do século XX para o XXI".
O ensaísta Eduardo Lourenço, por seu lado, afirmou que o catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto "foi uma das vozes mais autorizadas e representativas da cultura portuguesa".
"Com ele fecha uma espécie de ciclo da nossa vida histórica, por um lado, mas também política e ideológica, sob a égide ou referência de uma visão do mundo, que foi o marxismo de que a obra dele está impregnada, mas tem uma importância superior a isso e ultrapassou-a", disse Eduardo Lourenço à Lusa.
A catedrática de Literatura portuguesa Isabel Pires de Lima afirmou que Óscar Lopes "foi um brilho num céu bastante cinzento, particularmente nos anos de 1950, 1960 e 1970, em Portugal".
Para a ex-ministra da Cultura, Óscar Lopes foi "um vulto de proa, que esteve na vanguarda do que se fazia no campo da historiografia e da crítica literárias e da linguística".
créditos: obrigado a Isabel Pires de Lima, pelo magnífico texto, e ao CCB pela disponibilidade para iniciativas de homenagem ao ilustre professor e ensaísta
e ao JN, pelos elementos noticiosos, incluindo a fotografia
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2013-03-17
2013-02-21
massa
jametinhamdito: esta é melhor, porque vem mesmo de lá!

pois é, há supermercados, poucos, em que se encontra massa chinesa, feita de arroz, mas nem todas as marcas são provenientes meeesmo da China...
neste caso, o segredo não está na massa, está na China!!
certo é que para certos pratos, com molho, são uma boa proposta
mas, sobretudo, é raro e estranho ver um produto aconselhado como de qualidade por ser... made in China!!!
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2013-01-31
Ditosa foca
pois é, de volta à dita: onde paira a Ditosa?
alinhave-se, como dica modesta, que adora sol e também pesca robalo escalado, bem acompanhado e altivamente recomendado a aproveitar bem os tempos, já que depois não se sabe como poderá ser...
crédito fotográfico: gentileza AO
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2013-01-30
mar canhão
jametinhamdito: onda canhão!
ou canhão da Nazaré...
à procura de sensações, de registo no Guiness boooooooooook of records, de petróleo ondulante, forasteiros do mundo inteiro, dos antípodas, do novo mundo onde portugueses chegaram primeiro, pasmam ao descobrir o mar português!!
e nós pasmamos com tanto pasmo estrangeiro e até, renovadamente, com o poder e fascínio do mar português!!
tão (en)cantado e sofrido, por poetas, pescadores, filósofos, escritores, políticos, órfãos, viúvas, navegadores, passeantes e amantes do mar, da vida e do revigorado fulgor que o seu desafio representa, privilegiado habitat e reconhecida fonte de vida, tão sanguíneo e fundamental nos genes do ser português, de cada cidadão à própria construção da nacionalidade, fado e mito fundador da portugalidade ou do seu fundamento ancestral como do seu incerto mas inexorável e inebriante futuro!!!
mas para melhor compreensão dos termos da questão e da sua impressionante alegoria, ouçamos - atentos e a saborear gostosamente - o que assertivamente reflectiu quem sabe:
«Corre a vaga à costa e vem poderosa e alta, parecendo que força alguma lhe poderá resistir; mas, ao primeiro fundo, sente-lhe o pé a trava, mais alta fica, mas a escarpa aguça, se perturba o ciclo de cada uma das suas moléculas, se esbarronda em espuma e nada mais lhe fica senão leve lembrança: nalgum ponto, porém, mordeu a rocha e moveu grão de areia, o que amanhã vai ser sedimento ou fogo. Assim dos sonhos: são pastoreio de nuvens e, nada sendo, tudo o que é vão sendo: é no que deles fica que prosseguem deuses e homens, firmes pés no solo, sonhando o que será. Os sonhos de Império se desfazem, para Portugal, quando encontram a dura penedia do mundo que viera dos Césares, do Sinédrio e dos Bárbaros, grandes e louros, e violentos. Mundo que, desde os fins do século XV, se constituía, dando preeminência, no domínio económico, ao individual sobre o colectivo, com a mais grave das ameaças à liberdade e à fraternidade dos homens; no domínio político dando-a aos senhores sobre os povos e fazendo triunfar direitos nacionalista sobre os foros, de algum modo cristãos, e sobre o próprio direito das gentes em que havia alicerces gregos sob a formação latina do que em Roma poderia sobreviver à República; e coroando-se, no XVI, com oposição, dentro da comunidade cristã, de cisma tridentino, que adorava a disciplina e não o amor, ao cisma luterano, que punha o atingir-se o alvo acima do respeito dos outros.
Calado e resoluto, decidiu-se o português como os gregos outrora: quem não aceitava os poderes novos partiu para fundar cidade aparte - e nasceu o Brasil, juntando-se sucessivamente à leva dos fundadores todos os emigrantes que ainda hoje não deixaram de seguir sua viagem - [...]»
obrigado, pela sábia análise, visão certeira e inteira actualidade, eterno Mestre Agostinho da Silva
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-12-28
Poesia e... esperança de vida!
Segundo notícia do Diário Digital, um estudo universitário (de Jenas, Alemanha, não confundir com a Universidade do Relvas, figurão do Ano 2012) jametinhadito que «Pessoas com mau feitio podem aumentar em dois anos a esperança média de vida»!
O Ditos confessa que o texto do artigo não é lá muito fundamentado e também que não foi roer a tese germânica e muito menos se requereu apresentação de credenciais aos respectivos cientistas, consultores, observadores, o que se dá de barato - não por ausência de apurado critério jornalístico, ora essa... - por irrelevância para o essencial que agora importa: é que mais uma vez se comprova que a prova provada a que chega a ciência ou a academia já a poesia demonstrara superiormente!!
Mais a mais como hoje está, em Lisboa, uma sexta-feira de sol, aqui fica um poema de Ruy Belo* que antecipa em vários anos, em verso, o resultado agora descoberto pelos intrépidos investigadores!!!
Sexta-feira sol dourado
esperança de solução de todos os problemas
não por à sexta-feira ter morrido cristo
que o poeta aliás comemora a comer bacalhau
ou outro peixe trocado pelos pescadores que morreram ou morrerão no mar
esse peixe que dantes nos chegava directamente
e agora passa pelas mãos do almirante henrique tenreiro
sexta-feira sol dourado
não por à sexta-feira ter morrido cristo
mas por se dispor da semana americana
Agora é que vamos ser felizes
A sexta-feira chega enche-se o peito de ar
a eternidade é não haver papéis
a vida muda vamos contestar
talvez assim se consiga aumentar
a duração média da vida humana
Sexta-feira sol dourado
que alegria ser poeta português
Portugal fica em frente
Ruy Belo, Todos os Poemas, Assírio & Alvim, 2009 (reimpressão)
* nota de actualização de texto: onde o Poeta escreveu, com lucidez e coragem, "do almirante Herique Tenreiro", leia-se hoje "da inefável troica"
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-12-22
D. Inverno, Bom Inverno
jametinhamperguntado: onde está a Ditosa?
uma dica: está neste Mundo inacabado de eternos recomeços !
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-12-09
batota frita
aliás, a empresa fabricante chegou, de início, a designar o produto de «Newfangled Potato Chips» mas, verdade seja jametinhasdita, o nome de batata caiu redondo e sem ondas para fora do tubo, restando um prudente "aperitivo frito"!!
há uns anos, num processo curioso, a companhia proprietária foi processada pelos serviços do IVA e condenada pelos tribunais britânicos por se ter feito prova da escassez de batata na receita e no produto; porém, mais tarde, os advogados da empresa conseguiram convencer o Supremo Tribunal do Reino Unido a obrigar o fisco a devolver uns quantos milhões de libras, aproveitando bem algumas alíneas da tabela do IVA, que pagava a título de batata frita, e precisamente por aquilo não ser feito de batata e nada ter a ver com a natureza!!!
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-12-08
Ditosa ribeirinha
onde (re)pousa e sorve ar fresco olhando a neblina de luz ?
saberá a Ditosa que 2012, numerologicamente de intuitiva mudança, caminha para o fim?
e que renovações acolherão 2013?
nota - crédito fotográfico: amabilidade MPS ;_)))
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-12-06
Avó Ermelinda
Deonilde, Germana, Ermelinda, Leonor, Joana...
do alto de uma garrafa de vinho da Casa Ermelinda de Freitas, cinco gerações de Mulheres nos contemplam!
partiu, há poucos meses, Ermelinda de Freitas, Avó de Joana, Mãe de Leonor, Filha de Germana e Neta de Deonilde, tudo nomes fortes e de notável impressão no mundo vinícola português
Ermelinda de Freitas soube inovar e respeitar a continuidade, privilegiando marcas próprias (Terras do Pó, 1997, foi a primeira marca própria da Casa Ermelinda de Freitas) para assim optimizar a vinha a que a Família se dedicava há já tantos anos, desde 1920
mas além da produção de vinhos da exploração vitivinícola familiar, premiados ao mais alto nível mundial e exprimindo também o importante esforço de internacionalização, notabilizou-se pela promoção dos vinhos da Região e da Península de Setúbal e dos vinhos de Portugal no mundo!!
ou seja, bom vinho!!!
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-11-29
mau vinho
jametinhamdito que foi reprovado o pedido de registo da marca "Memórias de Salazar" para um vinho de Santa Comba Dão
os motivos poderão ser substanciais, por insulto à consciência colectiva ou perigo sobre a ordem pública, conquanto o mau gosto, a ofensa ao vinho e a publicidade enganosa (que raio terá o vinho hoje produzido a ver com tão renomado baptismo?) ficarão de prevenção para eventual utilização como argumento adicional em caso de recurso, pois a ressabiada entidade requerente promete insistir
mas por falar em memória e em Salazar, o Ditos recupera uma pérola de muito preço e mais do que atempada!
à saúde ;_)))
Este senhor Salazar
É feito de sal e azar.
Se um dia chove,
A agua dissolve
O sal,
E sob o céu
Fica só azar, é natural.
Oh, c'os diabos!
Parece que já choveu...
---------------------------------------------------------
Coitadinho
Do tiraninho!
Não bebe vinho.
Nem sequer sozinho...
Bebe a verdade
E a liberdade,
E com tal agrado
Que já começam
A escassear no mercado.
Coitadinho
Do tiraninho!
O meu vizinho
Está na Guiné,
E o meu padrinho
No Limoeiro
Aqui ao pé,
Mas ninguém sabe porquê.
Mas, enfim, é
Certo e certeiro
Que isto consola
E nos dá fé:
Que o coitadinho
Do tiraninho
Não bebe vinho,
Nem até
Café.
29-03-1935
Fernando Pessoa
observações são bem vindas, obrigado ;_)))
2012-11-14
bem cotada
pois, mas onde está a ditosa de alto preço?
observações são bem vindas obrigado ;_)))
crédito de gentileza fotográfica: AO
2012-10-27
oxalá!
"Oxalá o destinem às bibliotecas públicas", jametinhasdito de ouro!
Javier Marías, romancista espanhol, acaba de recusar (mais) um prémio, por se tratar de um encargo do Estado mas também, assumidamente, procurando livrar-se da conotação de prebenda pública a "manchar" a sua carreira
neste caso a obra é o romance Los Enamoramientos e o prémio tem o valor pecuniário de 20.000 euros, à conta do orçamento do Ministério da educação, Cultura e Desporto do reino de Espanha
quando em vez há atitudes que surpreendem pela coerência e ainda há bem pouco tempo a nossa admirável Maria Teresa Horta recusou o prémio D. Diniz, pela não menos admirável obra "As luzes de Leonor", romance histórico ou biografia romanceada sobre a Leonor neta de Leonor Távora, futuramente conhecida como a Marquesa de Alorna, mulher de rara coragem e inspiração
num caso e noutro, fica um sentimento de admiração pela determinação e critério, ligação da arte à vida, consequência, afinal, das palavras e dos Artistas!!
oxalá as bibliotecas públicas fiquem a ganhar, com o prémio e com a honrosa menção feita por Javier Marías
para já, curiosidade e admiração por Los Enamoramientos, como há semanas por As luzes de Leonor!!!
;_)))
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-09-07
norma e excepção
A Lei n.º 54/2012, de 6 de Setembro, a vigorar a partir de 1 de Outubro, estabelece o regime de prevenção e combate ao furto e de receptação de metais não preciosos com valor comercial e prevê meios adicionais e de reforço no âmbito da fiscalização da actividade de gestão de resíduos, correntemente designados por sucateiros.

Tardava há muito um reforço da atenção sobre o tema, tão recrudescida se tem manifestado a pilhagem de cobre, alumínio, ferro e outros metais e ligas de uso vulgar, sector de relevante interesse económico face ao elevado preço dos materiais furtados (frequentemente lemos o eufemismo "desviados") e a extrema facilidade, baixo risco e custo irrisório com que se traficam tais materiais. É o caso de cabos eléctricos (linhas de electricidade de redes públicas ou particulares e catenárias dos caminhos de ferro) e telefónicos mas também de inúmeros equipamentos simples ou sofisticados que integram infraestruturas básicas, incluindo grelhas de sargeta e tampas de saneamento, bem assim como portões, gradeamentos e variadíssimas outras estruturas metálicas.
Um dos problemas deste flagelo é a desproporção dos proveitos face aos avultados prejuízos causados em muitos furtos: pode ser causado um dano incalculável de milhares de euros por uma simples peça metálica que nem chega a valer, a peso, 100 euros no mercado a que se destina, distribuídos pelos diferentes intervenientes em proporção moral - o bolo maior vai para os mais graúdos do negócio e o executante de gazua e torquês arrecada migalhas e acarreta com o risco de electrocussão, reacção defensiva de proprietários e seguranças ou detenção policial.
Pelas notícias e pelo que se observa (por exemplo, as centenas de placas de trânsito amputadas, muitas em alumínio) a actividade prospera, com consequências exponenciais para a sociedade, sendo ostensivo o papel e a impunidade de muitos sucateiros na viabilização de todo este esquema.
Assim, é muito compreensível a disciplina apertada sobre as transacções, impondo-se um rigoroso sistema de registo e auditabilidade para completa verificação e transparência de todos os intervenientes e de todos os respectivos actos, de modo a permitir às autoridades, designadamente judiciais mas também tributárias, o seguimento exaustivo da proveniência dos materiais objecto destes negócios. Esse é o problema, a pedra de toque.
E qual a solução legal agora perspectivada? _ Proibir cheques ao portador e restringir os pagamentos em dinheiro a operações de valor inferior a 50 euros!
Ora, jametinhamdito, a excepção à regra é magnânime!!
De que lado está o legislador?
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-09-04
será azul?
Ella assim o diz ;_)))
Blue moon, you saw me standin' alone
Without a dream in my heart, without
a love of my own
Blue moon, you knew just what I was
there for
You heard me sayin' a prayer for
Someone I really could care for
And then there suddenly appeared
before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper
"please adore me"
And when I looked, the moon had
turned to gold
Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
And then there suddenly appeared
before me
The only one my arms will ever hold
I heard somebody whisper
"please adore me"
And when I looked, the moon had
turned to gold
Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Lorenz Hart,
Richard Rodgers, Ella Fitzgerald
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-08-29
poesia em voo
por onde passa a Ditosa ternurenta e apressada, retratada em verso tipo passe...?
prémio recarregável ;_)))
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-07-27
Verbo olímpico
segundo noticia o Público, os participantes nas Olimpíadas de Londres estão sujeitos a regras de bom gosto e mínimos de decência nas conversetas online
o Comité Olímpico jametinhadito que proíbe a linguagem vulgar, o que faz todo o sentido e merece mais empenho que o dedicado a temas como o Acordo Ortográfico, pelos fervorosos contra e a favor
outro preceito de valor é a obrigação de se obter o acordo de todos os intervenientes para publicação de imagens obtidas na Aldeia Olímpica - porventura vai ser muito difícil assegurar o cumprimento desta norma, tal é o à vontade com que os jovens (principalmente! mas não só...) captam e difundem imagens com desprezo olímpico dos direitos alheios
boa parte dos preceitos do documento são aliás de bom senso, mais do que verdadeiras inovações normativas: o «IOC Social Media, Blogging and Internet Guidelines for participants
and other accredited persons at the London 2012 Olympic Games» contém um conjunto de disposições sobre o respeito da identidade e imagem de quem aparece nas fotografias, bem como indicações de boa conduta em matéria de publicação e partilha de sons, vídeos, relatos, publicidade, resultados, provas, etc.
por envergonhar os concidadãos do seu País, uma atleta grega foi expulsa da sua delegação olímpica mesmo antes da cerimónia de abertura
oxalá os nossos desavergonhados políticos (sabem que dificilmente serão expulsos por se comportarem abaixo dos mínimos) observem também o decoro olímpico no verbo governativo e parlamentar!!
e que os Jogos comecem!!!
;_)))
observações são bem vindas obrigado ;_)))
2012-07-13
Colunas ditosas
da terra, das águas, dos céus, das combustões nós dentro e mais além, conhecimento, esquecimento e desconhecimento, escrito e por escrever, havido, por acontecer e outras utopias, mistérios e uni... versos ;_)))
Perguntaram-me da terra da utopia
mas ao longe só vi uma gaivota.
Da terra da utopia eu não sabia
nem do mar nem do sítio nem da rota
talvez não fosse mais que um sonho que ninguém sonhava
um soluço de Deus um cheiro a maresia
e ao longe uma gaivota que pairava
sobre um ponto no azul sobre utopia.
Manuel Alegre, Cais das colunas, in "Nada está escrito", D. Quixote
Renato Monteiro, fotografia analógica a preto e branco com legenda magistral, também cúmplice e desafiadora
observações são bem vindas obrigado ;_)))
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