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2009-09-04
TVI, à 6ª
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2009-09-03
maçãs
Após exaustivos estudos, descobriram o motivo por que acabou por mordê-la ...
- Morde - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus!
- Não, e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva mordesse a maçã...
Até que teve uma idéia.
Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Morde...que emagrece...»
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2009-08-18
2009-08-14
pergunta
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2009-07-31
diário republicano
hoje, a folha oficial deseja-nos boas férias, votos que o Ditos agradece reconhecido e subscreve endereçadamente a todos (ena... tantos e bons) os leitores, extensivamente às excelsas Famílias
mas a que se deve o (f)estival cumprimento da multicentenária gazeta ?
interpretação própria do Ditos, é certo, mas com incentivozinho powered by MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, via Portaria n.º 833/2009, de 31 de Julho, que ... suspende o registo de apostas para cinco semanas consecutivas no Totoloto, de 2 de Agosto a 6 de Setembro !
digamos que o mês de Agosto é porventura a altura do ano em que mais se justificará a modalidade de preencher o esperançoso boletim por várias semanas, assim como escrever recado à padeira para não deixar pão ou mudar a assinatura de periódicos e revistas para ... um toldo perto de si ;->>>
é claro que a gongórica explicação de tão legal diploma tem o mesmo valor que a preciosa, oportuna e sempre formalmente rigorosa justificação do encerramento de Museus, Bibliotecas ou Postos de Informação do Turismo à hora de almoço e ao fim de semana !!
jametinhasdito !!!
de todo o modo, há que apostar, acreditar e sonhar - ao menos numas boas férias, semana a semana, dia a dia ou momento a momento
boas férias e boa sorTE
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ps - férias são férias e votos são votos mas...
a informação e a reflexão são compatíveis, em moderadas e ponderosas proporções, com as condições ideais de pressão e temperatura que tanto ansiamos para os mais prazenteiros banhos de mar, de sombra e ... de silêncio que os dias luzidios que merecemos tanto fazem desejar
por isso, aqui fica também o registo de que estamos bem acompanhados na população eleita para eleger a prole de deputados que a Assembleia da República acomodará para representar a nação na próxima legislatura:
contas feitas, muitos ou poucos, somos bons - embora, a julgar pela evidência dos números demográficos e arriscando a completa inversão da pirâmide, cada vez menos jovens, tantos que são os eleitores face à nossa população total, perigosamente quase coincidindo com a globalidade dos cidadãos nacionais... !
ps2 - de notar ainda a curiosa (des?)proporção entre eleitores e lugares no Parlamento adstritos aos distritos - rectius, círculos eleitorais - de Lisboa e Porto... !!
ps3 - e que o número de cidadãos eleitores fora do continente e ilhas parece substancialmente desproporcionado e representação ínfima da grandiosidade que sempre atribuímos à diáspora lusitana !!!
observações são bem vindas
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2009-07-17
água, sal & ar
2009-07-12
est'auro
em programa televisivo da SIC, José Pacheco Pereira analisa ponto a ponto vários pontos contra e a favor da comunicação social
2009-07-10
manda Clara
Clara Pinto Correia deslumbrou há muito com a sua escrita, poderosa de envolvimento, saber e saber contar!
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2009-07-09
Ditos
Ignoro a lei, do mais forte
colho fraquezas. Jogo a indecisão
ao limite das escolhas e do reverso
medalho o peito: ao esteta cabe
a resolução da tinta sobre a tela.
Estatelo o concreto
e me abstraio
ao recente: arranco pregos
depositados e entrecruzo
vidas. Desenrolo a lei
ofertada ao amigo. Aos inimigos
deposito moedas cunhadas
em honra da vitória.
Pedro Du Bois
Por Ana Roque
ps - pedido emprestadado ao Ditoso Modus Vivendi
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2009-06-29
2009-06-27
nem cheirar
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2009-06-22
opusler
sobre leituras, vai um respigado de uma entrevista, publicada a 13 de Junho de 2009 no jornal "i", ao padre José Rafael Espírito Santo, o líder do Opus Dei em Portugal, realizada por um seu ex-aluno:
[perguntado se leu Saramago]
«Saramago? francamente, eu uma vez comecei a ler um livro de Saramago e desisti à segunda página.
Qual?
"O Memorial do Convento". Ali há uma intenção desde a primeira página de transmitir determinados conceitos. Vê-se como é uma distorção da realidade.»
digamos que se algo pode distorcer a realidade é julgar um livro ao chegar à segunda página – eventualmente e para quem esteja de bom coração, a terceira página poderá proporcionar novos modos de ver!
certamente a leitura completa de um livro permitirá, além da indispensável visão de conjunto, conhecer melhor os conceitos transmitidos, o que eles representam e quanto deles se apresenta simbolicamente
precisamente para suscitar uma visita às linhas e entrelinhas que só amplia o poder benéfico da reflexão, em confronto pleno com as experiências (de vida e de leituras outras) do leitor
ainda quanto à leitura, a entrevista prossegue:
«Desencorajam a leitura de livros que ponham em causa a fé católica?
Qualquer pessoa que lê um livro convém que antes se informe. Procura-se aconselhar as pessoas que se informem e vejam se precisam de ler um livro que possa pôr em causa as suas convicções. A fé não é uma questão de inteligência. Há pessoas muito inteligentes que não têm fé e outras menos que têm.»
informar-se antes de ler?
jametinhasdito!
de facto a leitura é transformadora, dá a conhecer e faz reflectir, numa simbiose entre o que nos é mostrado pelo que está escrito e aquilo que a nossa reflexão íntima nos revela
estamos e não estamos sós na leitura, há uma orientação mas relevante é o papel destinado ao leitor
daí o perigo da leitura, para quem concebe o mundo sem a luz da livre revelação interior de cada um
então haverá uma entidade ou uns senhores, que sabem e dizem aos outros o que devem ler e o que devem não ler
como saber a quem e por quem é conferida semelhante autoridade?
e se a autoridade lhes advém de lerem livros só até à segunda página, o caso está muito enquinado, faltam a fé e a inteligência mas também a humildade, essenciais para uma aprendizagem mútua, construtiva e libertadora
como a que nos oferecem leituras múltiplas, diversificadas e abertas ao surpreendente
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ps – instrutiva também é a leitura completa da entrevista, designadamente no que se refere ao excelente papel de parideira e dona de casa subidamente reservado às mulheres naquela obediência, coisa assim abaixo do medieval
2009-06-12
15 anos
e vão 15 anos !
ao princípio o nome parecia periclitante, cai não cai…
mas já lá vão 15 anos de Associação Cais, de Solidariedade Social e sem fins lucrativos, procurando contribuir para melhores condições de vida de pessoas sem casa/lar, social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco
objectivos de mérito: colocar na ordem do dia as temáticas relacionadas com a Pobreza e Exclusão social; potenciar o trabalho em parceria e rede; valorizar os beneficiários (utentes) do sistema social enquanto elementos críticos e activos; desenvolver e implementar estratégias de intervenção social adequadas às necessidades das populações alvo, pessoas muitas das quais “sem abrigo”
nos cruzamentos da cidade, os persistentes vendedores da revista disputam a atenção dos automobilistas com os distribuidores de jornais gratuitos e há um mês passaram a usar chapéu vermelho !
a revista Cais continua magnífica, de retorno muito acima do custo (2 euros, que revertem para os vendedores) e sempre com iniciativas de interesse
- 18 de Junho, Fnac Chiado: 15 Anos, 15 Contos - Lançamento e Exposição de ilustrações;
- 23 de Junho, \CCB, Tertúlia “Portugal Desigual” debate a Revista CAIS e o seu papel na sociedade portuguesa;
- 2 a 5 de Julho, no Seixal: Final do Campeonato Nacional de Futebol de Rua, entre 15 equipas vencedoras dos distritais
actividades e projectos não faltam, tem havido voluntários e apoios mas bem se vê que não chegam, nunca são de mais e basta olhar à nossa volta só há boas razões para apoiar a Cais !!
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2009-06-09
sempre em festa
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2009-06-07
votos contados
| partidos | % | Lugares |
| PPD/PSD | 31.77 | 8 |
| PS | 26.59 | 7 |
| BE | 10.68 | 3 |
| CDU (PCP-PEV) | 10.62 | 2 |
| CDS-PP | 8.39 | 2 |
| Outros | 11.95 | 0 |
| Total | 100 | 22 |
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2009-06-03
campanha europeia
e o Ditos (re)entra na campanha para as eleições europeias, que em Portugal se realizam daqui a 3 dias, num domingo 7 de Junho de insondáveis geometrias também partidárias e eleitorais
para começar, uma declaração de interesses, de resto já antecipada - o Ditos aposta na Europa!
por várias razões:
- porque onde a terra acaba e o mar começa é por inteiro território europeu, aliás, como dizia o Poeta, o seu rosto!
- mas também porque o desígnio de Portugal sempre foi ser de todo o mundo e, portanto, Europa incluída!!
- e também por acreditar que valeram bem a pena (!!!) os esforços de quem conseguiu acabar com o isolamento de Portugal na Europa e no mundo, integrando o País na mais relevante experiência de integração regional de que há memória sob a égide da paz e ainda pelos consideráveis e recíprocos benefícios económicos e de coesão social e política da nossa participação na União Europeia e no Euro
mas ainda porque há um futuro melhor a prosseguir, um passado a respeitar, um presente a conquistar, porque é preciso lutar contra a obscuridade e contra a xenofobia, porque há uma carta de direitos humanos a efectivar, porque há novas identidades a alcançar sem descaracterizar o que é primordial ao nosso ser e sentir de Nação mais antiga da humanidade, por vezes sob condições muito adversas que os nossos antepassados souberam superar e transmitir, e há que passar a mensagem às novas gerações, contra a indiferença, a dissolução e a abstenção, dando a cada um os meios, mos incentivos e as oportunidades para construir a fortaleza interior a que se referia o Português e Europeu Francisco de Holanda
também por causa disso e embora pouco disso tenha sido ouvido na campanha em curso, o Ditos tem um candidato preferido para mandar para longe - com efeito, muito se confirmou de há tempos para cá e Nuno Melo, cabeça de lista, dirigente partidário do CDS/PP e membro da Comissão Parlamentar de inquérito ao designado caso BPN, tem feito uma exemplar gestão eleitoral da agenda de comunicação das investigações em que participa, tudo conduzindo em benefício da sua candidatura e sem olhar a elementares princípios de hombridade, de ética política e de civilidade eleitoral, ou seja, conseguiu exceder as péssimas previsões que mereceu
efectuado o registo de interesses, importa assinalar brevemente o que a campanha tem oferecido a pequenas deambulações urbanas, pequeníssimas deambulações televisivas e alguma atenção à comunicação social ouvida e lida, on line incluída: no essencial, nada de novo!!
o que há de novo parece irrelevante - uns cartazes com rostos novos e siglas indecifráveis, algumas sem mais prostradas no chão à porta do metropolitano, que não construíram um mínimo de mensagem reconhecível junto do eleitorado, outros cartazes escurecidos entretanto tentativamente branqueados, mais umas cachaporradas nos candidatos do PS à boa maneira dos desiludidos do PREC, o BE continua a apoiar a ETA e numa deriva palavrosa encantatória de quem se quer deixar encantar por desarrimados arroubos de regresso a nacionalizações de vários sectores, o PC mantém-se militantemente esconjurado em coligação (azul!) descomunizante de quem não reparou na queda do muro de Berlim, vai para uma eternidade, como certos crentes durante séculos não admitiam os movimentos siderais da Terra
e pouco mais
a incomodidade do PPD/PSD no seu próprio fato é antiga e a xenofobia securitária do CDS/PP já fede
ah... o Partido da Terra (?) apresenta como joker o movimento Libertas - seja lá o que seja, apresenta-se como (sic) «o único partido que é totalmente devotado a construir uma União Europeia melhor para si. A Libertas é o único partido que é pan-europeu. Isto significa que quando vota por Libertas está a votar por um partido que pode efectivamente trazer uma verdadeira possibilidade de tornar a UE mais aberta e responsável»
jametinhasdito: e responsável… está convencido? além da linguagem cuidada e exemplar, tipo bué da fixe, pode não aspirar a ter grande votação mas anuncia muita devoção!!!
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2009-06-01
soquete
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2009-05-26
in submissão?
2009-05-24
ai o cabelo
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2009-05-18
menorização
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2009-05-16
fotografArte
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2009-05-09
Nós, Europa
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2009-05-04
O beijo
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2009-05-02
Ditosa por Maio
2009-04-26
25 de Abril, a 35 anos de luz
25 de Abril: Como se viveu e como se vive hoje
Por Fernando Cardoso de Sousa
Tenente-coronel reformado
Professor universitário
Para quem, como eu, viveu os momentos únicos do dia 25 de Abril de 1974, resulta gratificante reter imagens como a da transformação de um golpe militar numa revolução popular, com o entusiasmo com que toda Lisboa veio à rua saudar os militares, agitando cravos, vindos não se sabe donde, e celebrar uma festa da paz que inspirou todo o mundo.
Para quem viu o fim da guerra de África, da PIDE e dos seus informadores; do sistema de partido único e do medo de falar abertamente; da discriminação sobre a mulher e sobre os mais desfavorecidos; da impossibilidade de acesso à educação, à justiça, à saúde, pela maior parte dos portugueses; da vergonha de ser português em terra estrangeira… Para todos os que viram tantas outras transformações que, num ápice, mudaram por completo a face do país, esse (o do 25 de Abril) foi o tempo da descoberta, da entrega e da solidariedade.
Para quem, como os que nasceram depois dessa data, não faz ideia do que foi o 25 de Abril, nem o antes dessa data, nem o que significa não poder ser diferente; e que só sabe que não consegue emprego e que não tem um futuro assegurado; que assiste à deterioração da vida política e à corrupção das elites; que vê acentuar-se o primado do dinheiro, do consumismo, do fosso entre ricos e pobres e o aumento da pobreza, do desemprego, da toxicodependência e da violência... Para esses, o que é isso do 25 de Abril e da liberdade? Qual o valor da livre expressão se tantas vezes se vê dizer e fazer coisas erradas, com total impunidade?
É aqui que nós perguntamos qual a importância dos jovens não conhecerem os nomes das figuras principais do Estado Novo, ou da Revolução; não perceberem o interesse das comemorações que se insiste em fazer todos os anos; não quererem ouvir mais falar do Tarrafal, dos horrores da guerra, ou do valor da liberdade. Nós, diga-se em abono da verdade, não sabemos o que responder; não sabemos utilizar o 25 de Abril para explicar o presente e projectar o futuro. Não sabemos explicar a quem tem tudo o que é não ter nada?
E, talvez, tenha sido esse o grande mal dos que viveram o 25 de Abril: não terem cuidado de dar aos mais novos as dificuldades e a companhia de que necessitavam para poderem saber o valor de uma liberdade que se educa e se conquista, em vez do vazio de uma liberdade indiferente e irresponsável.
Não nos vão agradecer termos-lhes dado coisas demais e companhia de menos, pois estávamos demasiado ocupados a aproveitar a liberdade que tínhamos conquistado.
Só depois, quando também eles tiverem de lutar para conquistar a liberdade; só nessa altura se lembrarão de nós e festejarão então o 25 de Abril.
Poderão fazê-lo sozinhos, ou talvez ainda possamos fazer, com eles, uma democracia melhor do que a que conquistámos.
observações são bem vindas
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2009-04-24
Abril, a 24
há várias publicações, quase em toda a imprensa diária e semanal, que têm uma secção de "ditos", sob várias formas que mais dia menos dia serão aqui dissecadas, salvo seja - é desafio sentido
mas de todas cabe a primazia à mestria da crónica diária de Ferreira Fernandes, para além de outras qualidades jornalísticas já sobejamente demonstradas em carreira consistente, merecidamente reconhecida e com direito próprio ao patamar cimeiro de bem escrever e reportar
hoje (23/4) pega o boi pelos "ditos" e arrasa a mangonhice salazarenta que em Santa Comba Dão tenta trocar as voltas ao calendário da democracia e anuncia a inauguração dos arranjos no largo do ditador no dia em que Portugal celebra 35 anos da madrugada inteira e limpa
sim, o dia nascente derrubador do fascismo odiento, criminoso e miserável que arruinou vidas inocentes durante décadas, muito para além dos 48 anos a cultivar a tortura, o analfabetismo, a discriminação injusta, contra todas as diferenças e em especial contra as mulheres, a censura, a ignomínia, a fraude, a perseguição, a censura, o medo, o isolamento internacional do país, a humilhação dos portugueses mundo fora e portas dentro, a perpetuação da exploração dos mais fracos pelos mais fortes sempre sempre os mesmos, a mentira, a denúncia, a propagação das doenças e da mortalidade precoce, a subserviência, a clandestinidade, o êxodo emigratório, a estupidez, o enfado, a lavagem cerebral e a maldade
como Ferreira Fernandes exemplar e irrefutavelmente denuncia, os corregedores responsáveis pelo agendamento da cerimónia não se atrevem a declarar à transparência o que assim pretendem afrontar ou a clarificar que se arrogam celebrar o 24 de Abril no dia da Liberdade
lá ficam de ronha bolorenta e, à maneira dos chacais do botas, jametinhamdito que é para aproveitar o dia de festa nacional, esquecendo que o precioso Feriado foi conquistado à custa de muitas vidas sacrificadas pelo sanguinário tirano e para quem consente voltar ao passado é melhor lembrar que a morte saiu à rua num dia assim
esperemos que o batizo do largo e o seu criterioso cronograma inaugural não magoe a memória de quem perdeu os seus na luta por um País mais livre, mais justo e mais fraterno, que a democracia representa, a Constituição consagra e o 25 de Abril sempre simboliza
observações são bem vindas
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2009-04-22
escolaridade
agora os arautos da desgraça poderão dizer que também tiveram a idéia, outros dirão que o país não está preparado, outros que iriam anunciar em breve, etc., mas foi Sócrates quem anunciou, essa não lhe tiram
medida estruturante do nível de vida a que aspiramos, só a elevação da escolaridade pode preparar os portugueses para superar o sacrifício de inúmeras gerações inteiras, que penaram para estudar e lutaram contra o desinteresse e a má vontade
e se de facto se conseguir abranger a totalidade da população, a escolaridade obrigatória até à porta da Universidade pode ajudar muito no desafio de minorar diferenças sociais no acesso ao ensino superior ou mesmo a tentar a dar a volta ao texto na luta contra a perpetuação do estigma da condição social, que hoje só muito raramente se vence e nem pode imaginar-se a que preço
um jametinhasdito de ouro para os 12 anos de escolaridade obrigatória!!!
observações são bem vindas
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2009-04-21
outro
observações são bem vindas
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2009-04-16
2009-04-15
Abrilosa
2009-04-10
tribuno
de entre os panegíricos do costume, sobressai o laudatório Público, considerando que o nóvel tribuno fala bem e estuda os assuntos, recentemente carraçando eficientemente em cima da comissão parlamentar que alegadamente investiga os negócios do BPN, rematando a chave de ouro - com a viagem de Nuno Melo, ganha a Europa, perde o Parlamento Português
pois o Ditos, tão dispersamente vário, também se comove e propõe-se mesmo vencer o pseudo-trauma de partidarite, na variante particular e grave de anti-partidarite, e encomenda muito feliz estadia europeia ao dito cujo papagaio parlamentar, que vá e se detenha, que por lá os entretenha, nós por cá ficaremos felizes e contentes com menos uma aventesma de verbo de encher todo e qualquer telejornal que faz dó
vá de ida, vá de ida promovida !!!
observações são bem vindas
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